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09 maio 2018

Divulgando nacionais | Livros de Kelly Shimohiro e Dany Fran





Oi, pessoal!

Vocês já conhecem as irmãs Kelly Shimohiro e Dany Fran? Elas possuem um site literário muito legal - Irmãs de palavra - em que fazem diversas postagens e divulgam seus primeiros livros publicados. O espacinho hoje é delas.



Sobre os livros



Dias Nublados
por Dany Fran

Saudade? Tampouco serve. Nem mesmo pra resumir. Mas quer saber? A vida não foi mesmo feita para ser um resumo.

Às 8h55, de uma segunda-feira de Carnaval, Izadora Morgan Luchetta viajava por uma rodovia estadual do Paraná. Artista plástica, seguia com a certeza de retornar a Florença, onde faria, em breve, uma exposição. Mas, naquela mesma hora, em outra estrada, um caminhão perde o freio no instante em que a irmã mais velha de Izadora e dois amigos passavam, indo para a praia. Eles nunca mais viram o mar. E Izadora não voltou para a Itália.

Um minuto e a vida que tinham deixa de existir. Izadora encontra um quarto vazio e uma casa às escuras. A cada dia, retornar a inspiração parece mais surreal. Até que Paolo bate à sua porta. E a paixão, quase secreta, vira tudo de cabeça para baixo, novamente.

“O acaso, talvez, não exista mesmo. E a vida seja uma sequência de sinapses inconscientes que nosso cérebro articula em sua parte mais secreta. Talvez sejamos apenas comandados por fios imperceptíveis que cumprem ordens de algum líder invisível do universo. Os caminhos percorridos são resultados de escolhas, mesmo que guiadas às cegas pelo livre-arbítrio. Izadora, a protagonista de Dias nublados, ficção de estreia de Dany Fran, prova destas artimanhas que a realidade cotidiana nos impõe. A narrativa, permeada pela descrição de belas paisagens e discussões sobre arte contemporânea, instiga o leitor a pensar sobre suas próprias decisões diante das bifurcações de caminhos ao longo da trajetória que fazemos neste planeta. Izadora, muitas vezes desatenta a esse detalhe, passa a compreender estas questões à medida que os fatos se sucedem na história que tem como acontecimento principal sua exposição em Florença, na Itália. Aos poucos, a artista plástica de renome, personagem a princípio frívola, vai desnudando a sua densidade, seus conflitos, suas angústias diante de um sentimento familiar a todos nós – a dor. Através de um flashback, o leitor segue por dias nublados repletos de coincidências e revelações. E nas entrelinhas, nos bilhetes secretos guardados em caixa de memória, é possível vislumbrar, talvez, um raio de intensa luz.” (Karen Debértolis)


Sobre a autora: DANY FRAN - Histórias. Elas me atraem, e me repelem de tudo o que se movimenta. E me movimenta! Jornalista desde 2000, ‘Dias Nublados’ (2015) despertou um outro jeito de ouvir (inclusive as minhas tantas vozes) e narrar. Entre as notícias e a literatura, a ficção virou realidade! E o real, bem… ele vai sempre inspirar o que eu imagino. Problemática com números e ligada às pessoas, edito o Caminhos do Campo – RPC e escrevo, cada vez mais, apaixonada. Irmãs de Palavra é uma vitamina, das melhores. Porque não precisa ter sentido, mas ser sentido. Estampei essas palavras na parede da sala. Memória fraca. Não vivo sem café. Nem sem o barulho da Valen e do Pedro, crias minha e do Tá. Tenho queda por historinhas que me dão porradas. Modelão Eliane Brum, Clarice… nesta vibe seguem as séries. Quase outro vício. Mas perde, de longe, pelas horas que eu consumo virando páginas. Ah… eu ainda prefiro ‘tocar’ e cheirar o papel!








O Estranho Contato
por Kelly Shimohiro

DEPOIS DESSE ENCONTRO, SUA VIDA NUNCA MAIS SERÁ A MESMA.

“Um livro é um universo particular. Repleto de possibilidades, personagens e cenários que colocam em xeque o nosso mundo “comportadinho”. Ao abrir as páginas de O estranho contato você será capturado pela narrativa envolvente de Kelly Shimohiro e conduzido a uma viagem instigante. Seguirá os passos de Ágatha, a personagem principal desta ficção, em uma aventura inesperada num outro mundo na companhia de Fred, um amigo tão esquisito quanto ela. Mistério, lugares estranhos, medo, amor. Ingredientes perfeitos para eletrizar o cotidiano pacato de uma cidade. A jovem Ágatha enfrenta as angústias e é despertada pelas descobertas típicas da adolescência. Seu porto seguro é o quarto e o seu esconderijo é um banco de pedra em meio a um jardim no colégio. A partir destes dois pontos privilegiados observa e critica tudo que a cerca. Acontecimento que não estão nos seus planos e fogem ao seu controle transformarão a vida da garota. Ela terá que enfrentar a morte e a dor para poder conquistar a sua maturidade. E, como num espelho, verá refletido o seu mundo em outras esferas e tudo o que insiste em não encarar na realidade. Kelly Shimohiro nos fisga com a fluidez de seu texto e com a narrativa cuidadosamente construída. E quando chegamos ao fim, não queremos fechar o livro, a sensação é de que Ágatha está fazendo apenas uma passagem. Como leitores, permanecemos aguardando por novas aventuras.” (Karen Debértolis)


Sobre a autora: KELLY SHIMOHIRO - Sou, antes de mais nada, uma leitora com fome. Escrever histórias aconteceu por acaso, como quase todas as coisas que valem a pena acontecem. Numa página após a outra, num dia depois do outro, os mais secretos mistérios se misturam à magia de uma bela manhã de sol, onde tudo pode acontecer, onde você pode, enfim, dar vida aos seus sonhos. E então, temos aí uma boa história que precisa ser contada.







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