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08 março 2017

As 5 DIVAS da literatura que você respeita!






1. AGATHA CHRISTIE
Rainha do crime, Duquesa da morte...




Dame Agatha Mary Clarissa Mallowan (Torquay, 15 de Setembro de 1890 - Wallingford, 12 de Janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britâcnica, autora de mais de oitenta livros. Seus livros são uns dos mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bí­blia e pelas obras de Shakespeare, com mais de 4 bilhões de cópias vendidas em diversas lí­nguas. Conhecida como Duquesa da Morte, Rainha do Crime, dentre outros tí­tulos, criou os famosos personagens Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence Beresford e Parker Pyne, entre outros. Agatha Christie escreveu também sobre o pseudônimo de Mary Westmacott. Skoob

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2. JANE AUSTEN
Diva dos romances históricos...



Romancista britânica nascida em Steventon, Hampshire, Inglaterra, cuja obra literária deu ao romance inglês o primeiro impulso para a modernidade, ao tratar do cotidiano de pessoas comuns com aguda percepção psicológica e um estilo de uma ironia sutil, dissimulada pela leveza da narrativa. Filha de um pastor anglicano, toda a sua vida transcorreu no seio de um pequeno grupo social, formado pela aristocracia rural inglesa. Aos 17 anos, escreveu seu primeiro romance, Lady Susan, uma paródia do estilo sentimental de Samuel Richardson. Seu segundo livro, Pride and Prejudice (1797), tornou-se sua obra mais conhecida, embora, inicialmente, tenha sido malvisto pelos editores, o que levou por algum tempo ser descriminada no meio editorial. Depois conseguiu publicar o romance Sense and Sensibility (1811), cujo sucesso levou à publicação, ainda que sob pseudônimo, de obras anteriormente recusadas. Vieram ainda outros grandes sucessos como Mansfield Park (1814) e Emma (1816) em um estilo menos ágil e humorístico, porém ganhando em serenidade e sabedoria, sem perda de sua típica ironia. Morreu em Winchester, um ano antes de serem publicadas as obras Persuasion e Northanger Abbey, uma deliciosa sátira, escrita na juventude, ao gênero truculento da novela gótica. Seu poder de observação do cotidiano forneceu-lhe material suficiente para dar vida aos personagens de suas obras, e a crítica considerou-a a primeira romancista moderna da literatura inglesa. Skoob 


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3. CHARLOTTE BRONTË
Uma heroína trágica...



Charlotte Brontë foi uma das grandes romancistas da Inglaterra do século 19, a mais velha das três irmãs Brontë, cujos romances são marcos na história da literatura mundial. Nasceu em 1816, sendo a terceira filha do reverendo Patrick Brontë e de sua esposa, Maria Branwell. Seu irmão, Patrick Branwell, nasceu em 1817 e suas irmãs, Emily e Anne, em 1818 e 1820, respectivamente. Seu ingresso na literatura iniciou-se com pequenos contos de inspiração byroniana escritos em conjuntos com seus irmãos: com Patrick, criou o reino imaginário de Angria, ao mesmo tempo que Emily e Anne criavam o reino de Gondal. Foi Charlotte quem incentivou as irmãs a escreverem e a publicarem seus romances, a partir de 1847, valendo-se de pseudônimos ambíguos: Charlotte publicou “Jane Eyre”, sob a alcunha de Currer Bell; Emily, publicou “O Morro dos Ventos Uivantes”, sob o nome de Ellis Bell, obtendo sucesso imediato. Charlotte se casaria em 1854 com o assistente de seu pai, Arthur Bell Nicholls, que fora o seu quarto pretendente. Em 31 de março de 1855, grávida de seu único filho, caiu enferma e morreria de tuberculose como suas irmãs. A importância de Charlotte Brontë é significativa em um momento em que as relações sociais e econômicas da sociedade se transformavam: em uma época onde as mulheres eram consideradas apenas como um mero adorno social, Charlotte Brontë bravamente enfrentou os obstáculos da sociedade através de sua obra. Seus romances falam sobre a opressão da mulher, o que a caracterizam como uma das primeiras mulheres modernas; entretanto, classificá-la apenas como feminista seria uma má-representação de sua verdadeira condição e importância. Sua produção literária, apesar de modesta, é significativa: sua primeira obra, “The Green Dwarf, A Tale of the Perfect Tense”, foi escrita em 1833; seguiu uma produção juvenília até a publicação de seu primeiro romance, “Jane Eyre”, em 1847; “Shirley” foi escrita em 1849; “Villette”, em 1853; “O Professor”, apesar de ter sido seu primeiro romance, antes mesmo de “Jane Eyre” somente foi publicado postumamente, em 1857; deixou ainda inacabado “Emma”, publicado em 1860. Skoob


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4. CLARICE LISPECTOR
Nossa diva brasileira das frases inspiradoras... 



Clarice Lispector, nascida Haia Lispector (Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977) foi uma escritora brasileira, nascida na Ucrânia. Autora de linha introspectiva, buscava exprimir, através de seus textos, as agruras e antinomias do ser. Suas obras caracterizam-se pela exacerbação do momento interior e intensa ruptura com o enredo factual, a ponto de a própria subjetividade entrar em crise. De origem judaica, terceira filha de Pinkouss e de Mania Lispector. A família de Clarice sofreu a perseguição aos judeus, durante a Guerra Civil Russa de 1918-1921. Seu nascimento ocorreu em Chechelnyk, enquanto percorriam várias aldeias da Ucrânia, antes da viagem de emigração ao continente americano. Chegou no Brasil quando tinha dois anos de idade. A família chegou a Maceió em março de 1922, sendo recebida por Zaina, irmã de Mania, e seu marido e primo José Rabin. Por iniciativa de seu pai, à exceção de Tania – irmã, todos mudaram de nome: o pai passou a se chamar Pedro; Mania, Marieta; Leia – irmã, Elisa; e Haia, Clarice. Pedro passou a trabalhar com Rabin, já um próspero comerciante. Clarice Lispector começou a escrever logo que aprendeu a ler, na cidade do Recife, onde passou parte da infância. Falava vários idiomas, entre eles o francês e inglês. Cresceu ouvindo no âmbito domiciliar o idioma materno, o iídiche.  Foi hospitalizada pouco tempo depois da publicação do romance A Hora da Estrela com câncer inoperável no ovário, diagnóstico desconhecido por ela. Faleceu no dia 9 de dezembro de 1977, um dia antes de seu 57° aniversário. Foi inumada no Cemitério Israelita do Caju, no Rio de Janeiro, em 11 de dezembro. Skoob 

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5. JULIA QUINN
Uma das divas atuais...



Julia Quinn começou a trabalhar em seu primeiro romance um mês depois de terminar a faculdade e nunca mais parou de escrever. Seus livros já atingiram a marca de 8 milhões de exemplares vendidos, sendo 3,5 milhões da série Os Bridgertons. É formada pelas universidades Harvard e Radcliffe. Seus livros já entraram na lista de mais vendidos do The New York Times e foram traduzidos para 26 idiomas. Foi a autora mais jovem a entrar para o Romance Writers of America’s Hall of Fame, a Galeria da Fama dos Escritores Românticos dos Estados Unidos, e atualmente mora com a família no Noroeste Pacífico. Skoob

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Feliz dia internacional da MULHER!





2 comentários:

  1. É bom ver as mulheres ganhando seu espaço na literatura, mas ainda falta muito pra se igualar a quantidade de homens no meio literário.

    Vidas em Preto e Branco

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  2. Oi, Leticia!
    Gostei muito do post cheio de escritoras maravilhosas! Ainda quero ler todos os livros da Agatha e da Jane.

    Beijos, Entre Aspas

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