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27 julho 2016

Resenha - Perfumes de Paris

Título: Perfumes de Paris
Autora: Sayonara Salvioli
Editora: Primavera Editorial
Gênero: Romance de época/histórico
Páginas: 160
Ano: 2016
Skoob

(Cortesia da editora)

Sinopse: No romance Perfumes de Paris, o luxo e a sedução da belle époque francesa serão o pano de fundo para um amor proibido e envolvente. Junto com os protagonistas, o leitor caminhará pelo Quai des Tuileries e pela Pont Neuf; visitará a catedral de Notre-Dame e se encantará com os Jardins de Luxemburgo. Também será convidado a percorrer outros lugares marcantes da Cidade-luz, como o bairro boêmio de Montmartre e seu glorioso Moulin Rouge. Mas será fora dos círculos de glamour que a protagonista conhecerá o amor. A romântica e – ao mesmo tempo – moderna Charlotte, uma perfumista à frente de seu tempo, encontrará no pintor Pierre o maior sentimento que já conheceu. Porém, o amor chega com uma proibição causada por um antigo segredo. E, logo adiante, o casal enfrentará uma barreira ainda maior e mais severa... Com passagem também pelos canteiros floridos de Grasse – a Capital Mundial do Perfume – e pelos campos de lavanda da região de Provence, Perfumes de Paris apresenta uma história de amor em todas as suas fases: a surpresa, o encanto, o medo, a ameaça, a sensualidade e o êxtase!





Perfumes de Paris é um lançamento da Primavera Editorial e faz parte da Coleção Amores Proibidos. Depois de entender a definição e diferenças entre um romance de época e um romance histórico, dificilmente classificaria a obra com o primeiro gênero, principalmente por ela ser um pouco diferente dos romances de época que já li. Além disso, diferente dos romances históricos, esse livro não traz um grande aprofundamento histórico como o gênero prometeria, mas tem elementos que o classificaria como tal.  Dessa maneira, ao meu ver, entendo que Perfumes de Paris é uma mistura dos dois gêneros, que embora pareçam ser iguais, não são. Vou explicar melhor no decorrer da resenha.

A trama gira em torno de Charlotte, a herdeira de todas as propriedades de Armand de Chermont, Marquês du Broc e Conde de Grasse. Apesar de todas as restrições que a sociedade do século XIX impõe, nossa protagonista é determinada a ter sua liberdade e frequenta todos os lugares de Paris, como bem desejar. Além disso, ela consegue certa independência ao montar sua própria perfumaria. Um dia encontra Pierre, o homem a quem via em seus sonhos, e a partir de então começa a viver um amor proibido, uma vez que ele aparentemente não é afortunado quanto ela. Para ficarem juntos, além de precisarem da aprovação do avô de Charlotte, ainda terão que enfrentar a descoberta de um segredo.


Sayonara tem uma escrita maravilhosamente envolvente e sua narrativa lembra muito os clássicos históricos, com poucos diálogos, podendo dessa maneira tornar a leitura mais lenta em alguns momentos, mas não interferirá no envolvimento do leitor. Em primeira pessoa, podemos acompanhar os mais profundos sentimentos da protagonista e seu romântico envolvimento com Pierre. Com uma escrita linda, poética e cheia de sentimentos, a autora conduz o amor dos personagens. 

A obra não possui o aprofundamento histórico que estava esperando, e essa é minha visão da obra, mas nos remete às ruas de Paris daquela época, sem descrições extensas ou cansativas e sempre romantizando as cenas do casal, o que me agradou bastante. Não trabalhar os fatos históricos e somente citá-los como pano de fundo é uma característica marcante dos romances de época, assim como a criação de uma mocinha ousada. Além disso, romances de época são mais leves, divertidos, e menos dramáticos e trágicos. Por esses motivos, senti que a obra é uma mistura dos dois gêneros, o que de certa forma me agradou, já que amo os dois.

O que talvez tenha me desagradado é a falta de desenvolvimento sobre as restrições impostas a ousadia da protagonista. Toda mocinha à frente de seu tempo quer sua liberdade e independência e, assim luta por ela, e Charlotte é de fato bastante decidida. Mas senti falta das cobranças da sociedade, que jamais passariam em branco diante das inúmeras atitudes da nossa mocinha, como passar noites fora de casa, por exemplo. Que escândalo! O avô dela nunca disse nada! Apesar dessa pequena ressalva, gostei da criação dos protagonistas e a menção ao passado da família dos mesmos. 

"Entendi ali, para sempre, que o amor pode ser como o ar: nós não o vemos, ele não nos responde com clareza, mas se renova em nosso resfolegar de vida, que se repõe sempre que alguém ama de verdade." (p. 11) 

O livro é extremamente romântico e meloso. O casal se mostra o tempo inteiro totalmente apaixonado e dominado um pelo outro. Para quem gosta de romances com diálogos bastante sentimentais e por vezes dramáticos, com certeza irá gostar do desenvolvimento da obra. Mas não recomendaria para quem não gosta de romances melosos.

Não posso deixar de recomendar o livro para quem ama um bom romance, com doses de drama e um pano de fundo tão maravilhoso quanto Paris. Apesar de não idolatrar casais melosos, gostei da escrita da autora e adorei conhecer os protagonistas, bem como o passado trágico de seus antepassados. Torci como sempre por um final feliz. Quem curte romances nesse estilo, Perfumes de Paris é uma ótima dica.

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Observação: Esta resenha expressa minha opinião sobre a obra, e sendo eu uma conhecedora nata ou não do gênero, coloco meus pensamentos e sentimentos no texto diante do que senti lendo o livro (sempre prezando a sinceridade). Se o livro interessar ao leitor, peço que sempre leiam também outras opiniões e pesquisem sobre o gênero. Acredito que como a grande maioria dos blogueiros, que conheço ou não, me tornei blogueira literária, não por cursar uma faculdade de Literatura e ser uma excepcional conhecedora do assunto, mas simplesmente por amar o mundo da leitura. Dessa forma, estou mais do que sujeita a equívocos, pois ainda tenho a consciência de que sou humana e não perfeita. 





12 comentários:

  1. Gostei muito da sua resenha, ainda mais pela sinceridade.
    Adoro romances, mas não curto muito os melosos rs. Ainda sim fiquei na curiosidade.
    Abraços,
    http://www.fabulonica.com/

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  2. Olá, Leticia.
    Já desbravei a obra e goste da leitura.
    Eu achei o desenvolvimento histórico bom. Talvez por não ser o leitor de romance de época, achei esse bem superior aos demais que li (no quesito do desenvolvimento histórico), se bem que a verdade é que li pouquíssimos do estilo. Até comentei sobre o desenvolvimento desse lado na minha resenha.
    A falta de restrições é algo que realmente acontece, mas em outros livros do gênero que li isso também não acontecem tão fortemente, então imaginei ser algo do gênero, sabe?
    No final, a sua resenha me fez perceber que talvez eu precise ler mais romances de época.

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    1. Marcos, obrigada por mais uma visita e por ler minha resenha. Você sabe que adoro sua presença constante no blog.
      Peço que leia a opinião da Edna logo abaixo. Sou apenas uma mera leitora comum e um ser humano como você e ela.
      Beijos

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  3. Primeiro, em resposta ao caro e admirável blogueiro do Desbravador de Mundos: Marcos, tudo bem? A verdade é que você não precisa rever as suas leituras, não. Muito pelo contrário! Li a sua resenha, que é muito consciente e consistente quanto à abordagem histórica de Perfumes de Paris:

    "Salvioli ganhou, com esse livro, o meu respeito por construir um romance histórico realmente histórico. Não há apenas roupas e menções de uma época, mas um aprofundamento de costumes, de ambientes e de fatos ocorridos no período. Com um detalhamento que beira o perfeccionismo, a autora consegue transportar o leitor para a França sem qualquer dificuldade"...

    E, sem querer ser professoral (sou professora de Literatura e sabem como é a força da profissão), mas a blogueira Letícia se equivoca claramente em sua opinião, que não está embasada: ela erra o século em que se passa a trama! Eu li o livro, adorei e vou trabalhá-lo com meus alunos em sala de aula. Entrei em contato com a autora por meio de seu blog e a convidei para uma palestra.

    Quanto à resenha, ou melhor, quanto ao texto deste espaço, sugiro à blogueira Letícia uma leitura apurada de tema e contexto congêneres à trama em questão. Acredite, Letícia (digo-lhe como educadora do âmbito que sou, com a melhor das intenções, para o seu crescimento): na verdade, quem se dispõe a escrever um blog sobre literatura, se não é da área e não tem formação (vi que estuda Biologia e, portanto, não é da área e não possui formação como crítica literária), para uma pretendida resenha, faz-se fundamental uma busca mínima de informação a respeito do tema, entende? E você, infelizmente não acertou nem mesmo o século da trama, expresso o tempo todo no romance (digo infelizmente porque passou uma informação errada, e – como sabe – um blog potencial de literatura necessitaria passar informações fidedignas ao seu leitor)! O maior exemplo disso: achar que a Belle Époque (um dos períodos mais conhecidos e marcantes da História) se passa no século XVIII é um erro imperdoável! Imagino que entenda a minha obrigação, como professora, de corrigir tal informação equivocada aqui! E por isso insisto: leia mais a respeito; experiente a Literatura Francesa (que você demonstrou não conhecer, pois contrariamente teria reconhecido com facilidade os elementos históricos e culturais presentes na obra em tela). Desde já, porém, adianto-lhe que a Belle Époque tem início em 1871 e termina em 1914! E o livro em questão, Perfumes de Paris, começa especificamente em 1894, tendo a sua última cena no ano de 1900, portanto em pleno FINAL DO SÉCULO XIX, e de modo nenhum no século XVIII, como você erroneamente mencionou!

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  4. Voltando à sua resenha, Marcos, falo questão de comentar em seu blog, pois, como disse, considerei seu texto de alto nível! E não seja modesto; pode crer que está certíssimo em sua acepção quanto ao enfoque histórico-contextual ricamente explorado em Perfumes de Paris. E a sua opinião, além de coincidir com a de todos os outros blogueiros que resenharam o livro (os ótimos Dai Quinelato – Blog Virando a Página; (Fê Prates – Blog Segredos em Livros; Daniel Moraes – Blog Irmãos Livreiros; Gabi Corrêa – Blog Clã dos Livros), também vai ao encontro da Coordenadora de Estudos Lusófonos da Miami University, onde outra obra da escritora Sayonara Salvioli (um romance que ela lançou em Portugal em 2015) simplesmente está sendo estudada, é motivo de teses e ensaios de estudantes norte-americanos! E exatamente por sua qualidade histórica, pois o outro romance passeia por duzentos anos de História do Brasil! Ou seja, a autora de Perfumes de Paris é premiada internacionalmente justamente por sua consistência histórica! E um veículo da blogosfera vem falar de algo que é atestado – por uma Ph. D. – de uma universidade norte-americana? E nem mesmo sabendo o século da Belle Époque? Repito: como professora preocupo-me com a difusão de informações insipientes sendo passadas adiante. No caso específico do romance em tela, em apenas 160 páginas (no outro, a escritora teve 396 para discorrer), a autora de Perfumes de Paris conseguiu mostrar uma infinidade de elementos e painéis históricos capazes de realmente nos fazer viajar! A propósito, convido você, Letícia, a ler um pouco sobre Chat Noir, Lapin Agile, Moulin Rouge, Toulouse-Lautrec (o grande artista como amigo da protagonista, em diálogo riquíssimo), René Lalique (até a famosa “Pectoral à la libellule” o livro cita), Alphonse Mucha, Debussy e Verlaine (numa cena cotidiana, a autora alude a esses dois ícones), características arquitetônicas e históricas ricamente descritas (do Sul da França e da capital), narrações de prática da esgrima, os duelos, a primeira corrida de automóveis da História (incluindo os fabricantes da características de motores dos automóveis da época) e, ainda – num epílogo encantador – a própria Exposição Universal de 1900! Isso sem contar detalhes altamente sutis como os nomes de ruas da Paris de então, restaurantes, hotéis, elementos urbanos e sociais... Os Jardins de Monet! Nos cenários, apetrechos e itens cotidianos como o vinho Mariani, o absinto Robette e os tabletes de Cachou Laujanie (certamente, tudo isso fruto de uma pesquisa extraordinária! E esse livro não tem aprofundamento histórico? Oi??? Quem conhece Literatura Francesa e História reconhece tudo isso imediatamente e se encanta!). Por isso, você, Marcos, com seu feeling de escritor, percebeu! Enfim, se eu for falar aqui de toda a sofisticação de informações históricas do livro, gastarei mais de cem laudas certamente, porque o livro é um profundo mergulho no período na totalidade de suas 160 páginas! Terminei a leitura da obra extasiada e, como os outros blogueiros cujas resenhas li, eu não queria que a viagem acabasse!.

    Só a entendo num aspecto, Letícia: você também achou a leitura tão fascinante (como você mesma diz: “Sayonara tem uma escrita maravilhosamente envolvente!”), que nem percebeu, a cada página, a presença dos inúmeros registros de uma época, tamanho o teletransporte que a leitura lhe proporcionou! Por isso, diante de tudo, como professora de Literatura por mais de quarenta anos – e com larga experiência em romances de época, registre-se –, eu a aconselho: leia, leia, leia, leia!

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    1. Olá, Edna! Fiquei surpresa com seu comentário, mas vamos lá. Agradeço as dicas que deu, já que como professora de literatura, quem sou eu para discutir com todo o excepcional conhecimento que você tem na área, demonstrado em seu comentário. Para você me entender um pouco melhor seria legal que soubesse que nas minhas resenhas costumo ser mais objetiva e sucinta, a fim de não trazer resenhas enormes e cansar o leitor. Dessa maneira, quando mencionei que o livro não traz o aprofundamento histórico que estava esperando, me referi a acontecimentos que aconteceram na época, que não os locais ou as roupas. Nesse trecho, portanto, posso ter resumido minha opinião de tal maneira que não me expressei tão bem. Se você notar, mencionei Paris, mas para sentir que é um romance histórico (como alguns que li), acreditei que a descrição seria maior, ou para me expressar melhor, que os fatos históricos seriam o foco e não o romance. Em contrapartida, diante dos romances de época que li, o foco é o romance, mas com um fato histórico como pano de fundo. Vou copiar duas de algumas das definições dos gêneros que pesquisei antes de escrever a resenha, para explicar melhor o porque acreditei em uma mistura de gêneros (sim, pasme, eu pesquisei antes!):
      "Romances Históricos: obras ambientadas em um período anterior a 1950 e que usam um determinado pano de fundo para descrever um romance. São obras que focam nos fatos históricos sem deixar de ter romance. Fonte: RWA.ORG
      Romances de época: são romances que usam um determinado período histórico como pano de fundo mas focam, com veemência, no desenrolar do romance. Aqui o enfoque está nos costumes da época e em como isso influência e molda o romance."

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    2. Até agora apenas expliquei o porque escrevi a resenha dessa maneira, ou seja, como uma mera estudante de biologia que escolheu ser blogueira literária nas horas de LAZER por amor aos livros e, não por ser uma excepcional conhecedora de gêneros literários. Mas como não tenho uma experiência de 40 anos no ramo, e como um ser humano como outro qualquer, estou não somente sujeita a erros, mas aberta a sugestões, e todo o tipo de conhecimento possível que me ajude a crescer como blogueira e como amante dos livros. Conhecimento é sempre bem-vindo! Agradeço, pois ao reler minha resenha percebi que realmente fiz confusão com os séculos e já consertei. Vendo como a linha de explicações sobre esses gêneros é um pouco confusa, e ainda tendo em mente os livros que já li dos mesmos, cheguei a conclusão que a obra é uma mistura de gêneros, como de fato continuo acreditando que seja.
      Diante disso, em três anos de blog, essa não foi a primeira e nem será a última crítica que vou receber. Mas tenho que ser sincera, em três anos, PARTE de seu comentário foi o primeiro que achei COMPLETAMENTE desnecessário. O blog do Marcos (sou até suspeita para falar), é um dos primeiros blogs que visitei quando comecei e está ele aqui que pode confirmar: sou uma leitora assídua no Desbravadores. Amo suas resenhas e sempre volto, pois além de ele escrever impecavelmente, ele demonstra um conhecimento incrível em suas resenhas. Cada ser humano tem uma maneira de se expressar, de sentir, de gostar e por fim, cada um possui um conhecimento maior em determinados assuntos do que outros. Você me comparou quase o tempo todo com ele! E como se não bastasse, a outros blogs. Estou aberta para questionamentos e correções quando completamente respeitosos, e você me desmereceu com inúmeros trechos irônicos! Ficaria muito feliz em ver seu comentário como um "toque" para mim e poderíamos até entrar em contato posteriormente, se fosse seu desejo, para que você me fornecesse algumas dicas. Mas, desculpe, volto a repetir, suas ironias e comparações como pano de fundo de um comentário com um conteúdo tão rico (que assim poderia ter sido somente), foram completamente desnecessárias e desrespeitosas. Acredito que você não precisava desse detalhe em sua vida, a não que você goste de ser um pouco maldosa com desconhecidos. Pois você foi! Principalmente quando menciona um erro "IMPERDOÁVEL" em minha resenha. Isso me faz entender que, se eu te fizer uma pergunta de Ciências Biológicas e você se equivocar, sinto em te dizer, mas você não merecerá perdão por isso.

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  5. Me interessei pela obra por gostar de drama, romances de época e históricos, e adoraria ler um livro que misturasse os gêneros, o fato de não ter muitos diálogos me deixa um pouco receosa, mesmo assim não tira minha vontade, já que a autora conseguiu mostrar bem os sentimentos e angústias da personagem, quero ler

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  6. Eu entendi perfeitamente a resenha e seu ponto de vista, onde deu sua opinião, Leticia. Acho que aqui somos pessoas que compartilham os mesmos gostos, a leitura, e para isso não precisamos ter grandes experiência para demonstrar esse conhecimento. Puxa, sou bibliotecária por formação, imagine se ao invés de dar uma opinião sobre algum livro, eu ficasse falando desse livro dentro da minha área de trabalho, ninguém entenderia nada, já que não estamos aqui para isso. Te vejo como uma leitora como eu, que não tem todos os conhecimentos, mas gosta de passar com simplicidade o que sabe. Parabéns!

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    1. Oi, Ana, bom dia!
      Muito obrigada por seu comentário e por entender! :)

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